28 de jun de 2013

Peso * O mal-educado da bicicleta * Cursos

Fato Fat: minha melhor forma e peso foi em dezembro do ano passado. De lá para cá o saldo foi uns 3 cm a mais nas medidas menos panturrilha e muque, são quase os mesmos. E cinco quilos a mais, confirmados hoje. Entón, tá, correr atrás. 'Bora para a ilha de Bora-Bora.

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Umas três semanas atrás, quando praticava minha corrida, passaram por mim dois rapazes de bicicleta, provavelmente indo para o trabalho. Um deles falou algo, não prestei atenção, estava concentrada. Esqueci o assunto logo e também fiquei sem correr essas três semanas seguintes.

Anteontem, novamente passaram por mim, mesmo horário. Um deles veio com a bicicleta em minha direção, e eu, distraída, desviei dele, absorta em meus pensamentos. No que ele passou, disse rindo: "Isso aí, continua firme, não desiste!" Isso me deixou com dúvidas se havia sido proposital ele ter desviado na minha direção.

Ontem, não lembrei de ir para a outra calçada da avenida que é ruim para correr, e, quando percebi, eles já estavam perto. Prestei atenção: eu estava num canto e eles no outro da calçada, que deve ter uns três metros de largura de passagem mais uns dois metros de grama na lateral. Eu vi claramente quando um deles, saiu do lado do companheiro e colocou a bicicleta em minha direção novamente, obrigando-me a desviar. Não desviei e ele teve que ir para o gramado, quase raspando em mim. Riu novamente: "Isso aí, continua firme, não desiste!" Fiquei furiosa, não tanto pela fala, mas pela implicância de me fazer desviar dele! Acho que demorou uns dois segundos a minha dúvida: paro ou continuo correndo calada? Parei, virei e chamei, eles já estavam longe. Pareceu que eles tiveram a mesma dúvida que eu: paravam ou saíam correndo? Pararam, eu me aproximei e tirei satisfação com calma mas brava, olhando fixo. O rapaz desabou um pouco na surpresa, gaguejou e respondeu: "Mas eu estou incentivando você!" AH, TÁ, graaaaaande incentivo! Dei uma bronca nele, medindo o tom de voz, pedi para não fazer mais, tchau e bênção porque não quis esticar conversa ou conhecer a pessoa. Ele saiu um tanto baratinado, acho. Nem imagino o que ele deve pensar. Talvez ache algo do tipo: "que mulher mais mal-amada", "era só uma brincadeira", pensamentos muito comuns em pessoas mal educadas, hoje em dia. O colega dele? Ficou mudo, saiu calado.

Favor, não fazer comentários do tipo "devia ter feito isso" ou "devia ter dito aquilo" porque agora já foi. O que eu disse, disse. Eu mesma fiquei ruminando depois, no que poderia ter feito ou não, e tomei uma decisão, conversando com meu marido: mudei meu horário, pronto. Até acho que o rapaz é um desses cidadãos do dia-a-dia, que entendeu e passaria a respeitar mas eu não vou arriscar saber. Vai que seja um grosso e mal educado e piore a situação? E vai que eu apenas tive sorte de ele ter ficado sem reação, na hora? Já fui agredida uma vez, em outra circunstância e isso basta para eu não querer confronto. Meu marido não coube em si de tanta indignação e já quer correr comigo, mas uma questão física impede, no momento. Torço para que ele me faça companhia logo!

E nem estou preocupada se fui desrespeitada por estar um pouco gordinha ou não me ocorreu agora, pois é minimizar o caso. Porcaria de sociedade que uma mulher não pode ficar em paz com seus pensamentos, não importando suas características físicas.

Porcaria de sociedade em que um homem concorda que os políticos desrespeitam os cidadãos, mas quando sai à rua, desrespeita as mulheres que passam por ele.

A porcaria da corrupção está em todas as escalas. Não adianta só apontar os grandões, temos que apontar para nós mesmos também.

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Escrevi ontem, repito: dois cursos, em Blumenau/SC. Já foram feitos vários desses, inclusive em Fpolis/SC e todo mundo que faz gosta muito. Já falei sobre as duas preletoras no blog: a nutricionista Helouse Odebrecht minha nutricionista e a culinarista Lidiane Barbosa. Elas têm feito várias palestras e participado de programas de televisão e entrevistas. E se esse curso vier para POA/RS, alguém topa? Eu posso providenciar.


27 de jun de 2013

Fatos e cursos

Fato ruim: eu engordei, claro, não sei quanto.
Fato ruim: eu demoro para me perceber, sempre acho que não engordei.
Fato ruim: eu estou comendo demais de novo.

Fato médio: pelo menos é integral, funcional e o escambau. Alimentação funcional já virou rotina, mas eu ainda não deixo de fazer alguma receita de bolo - ainda que a receita seja integral. Mas, como dito anteriormente, eu como demais: fato! Não sei onde cabe tanta comida em alguém com menos de 1,6m.

Fato bom: desde que comecei a praticar exercícios com regularidade, passei a ter menos sensibilidade ao frio. Estava sempre encapotada, trezentos cobertores à noite, mas agora, mudou. Com isso, até gripe está passando longe de mim.
Fato bom: organismo funciona que é uma beleza, graças à nutrição funcional orientada pela minha nutricionista, junto com a atividade física. Desde que mudei o jeito de me alimentar, há dois anos, me sinto muito, muito melhor. A diferença é gritante. Mesmo tendo engordado, mas isso é culpa minha: pensa num porquinho se alimentasse feito um hipopótamo. O porquinho é por conta do Palmeiras.
Fato bom: continuo com ótima disposição!!!!!!!!!!!! hehehe

Bom, lá vamos nós.

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Falar em "lá vamos nós", vou deixar a propaganda de dois cursos, em Blumenau/SC clique para ampliar. Já foram feitos vários desses, inclusive em Fpolis/SC e todo mundo que faz gosta muito. Já falei sobre as duas preletoras no blog: a nutricionista Helouse Odebrecht minha nutricionista e a culinarista Lidiane Barbosa. Elas têm feito várias palestras e participado de programas de televisão e entrevistas. E se esse curso vier para POA/RS, alguém topa? Eu posso providenciar.


24 de jun de 2013

Yo e entrevistas cheias de informação

Yo tô super fora do blog, joguei meu foco para outra coisa, mas tow vendo que tenho que me organizar urgente de novo com a reeducação alimentar e a prática de exercícios. As três últimas semanas foram casca grossa.

Volta e meia compartilho matérias sobre a minha nutricionista. Essas duas aqui, são cheias de informações úteis, sempre acrescentam:

(entrevista para o Jornal do Almoço - TV RBS/SC)


A nutricionista Helouse Odebrecht orienta como ter uma alimentação saudável
(entrevista para a rádio Nereu Ramos - Blumenau/SC)


Lendo no perfil de Facebook dela, há várias pessoas colocando as informações em prática. Não vou comentar, tem bastante para mastigar! Divirtam-se!

9 de jun de 2013

O menino do carrinho

A padaria aqui da esquina, é um lugar bem familiar. Padaria de vila, todos se conhecem, informações são trocadas, cumprimentos são dados, o casal de donos e a funcionária são figuras interessantíssimas. E hoje, resolvi contar um causo acontecido nessa padaria da esquina:

Eu, esperando o padeiro trazer o meu pedido, senti alguém ao me lado. Dei uma olhada rápida, um menininho, de uns seis ou sete anos, os olhos fixos em mim. Tinha um rostinho redondo, um sorriso fino sem um dente e um touca enterrada escondendo as sobrancelhas. Na verdade, era uma touca com um menino dentro, como diria meu marido. Voltei a atenção ao balcão, mas o menino continuou me encarando. Ah, os olhos! Tão fixos e o sorriso ainda lá. Devolvi o olhar e cumprimentei sorrindo (ele tinha carinha de bolacha Trakinas, redonda e sapeca, não sorrir seria um desrespeito para com uma criança dessas). Ele, vitorioso em conseguir minha atenção disse: "Olha!" E mostrou um carrinho ou nave, ou carrinho-nave, com uma rodinha levemente torta. Puxou uma cordinha e uma luz vermelha começou a girar. Zuuuuimmmm, fez o brinquedo. Eu ri e fiz cara de espanto:
- Puxa! Seu carrinho tem luzinha vermelha! Como ele brilha!
- E ele anda!! Quer ver? - puxou novamente a cordinha e lá se foi a coisinha pelo piso apertado da padaria, perder-se entre as gôndolas. Eu ri. O padeiro trouxe meus pães e fui ao caixa pagar. O menino continuou puxando a conversa e eu dividindo a atenção entre contar as moedas e filosofar com ele sobre se o carrinho espantava ou não ratos. A mãe ou tia, ou avó, dele, observava tranquila. Ele me seguiu até a porta falando. Eu já estava na calçada e ele não queria me deixar. Jogou mais uma isca, numa tentativa de não me deixar ir embora:
- Eu tenho Power Rangers!
Aaaaah, para queeeeê! Me fisgou de novo! A mãe ou tia, ou avó, ou sei lá o que era, virou para a d. Mari, que estava no caixa, e disse sorrindo:
- É, ele gostou dela!
Perguntei qual a cor dos Power Rangers e qual o preferido dele.
- É o vermelho!!
- Bom, eu também gosto do Ranger vermelho. Ele é corajoso e é um bom líder.
Ele riu, eu me despedi por estar tarde, apesar de divertido, morrendo de vontade de conversar mais sobre os heróis dele. Mas tinha coisas de adultos a fazer. Bolas.

E o que tem isso a ver com a R.A.? Bão, só queria contar esse pequeno e divertido acontecimento de sábado. Assim como o menino sob a touca queria me mostrar o carrinho brilhante! Bom início de semana, e que crianças legais como essa passem pelo seu caminho.

4 de jun de 2013

Eca no pacote

Há mais ou menos cinco meses, não compro molho de tomate pronto. Desde então só uso molho que faço em casa, ou molho de abóbora. O velho papo de consumir cada vez menos produtos industrializados. Mesmo naquelas semanas da alta do tomate, a questão era simples: pesquisa de melhor preço e/ou comprar outras coisas no lugar. Não há de se descabelar por causa disso. Quilo por quilo, se você parar para pensar, veja quanto custa o quilo da barrinha de cereais. Prefiro tomates a elas. E uma hora ou outra, posso comprar um molho por emergência, não sou radical. Mas espero que não.

Eu já estava 98% convencida a parar com o molho industrializado e os 2% que faltavam vieram através de fotos que uma querida amiga, a Suziel aliás, ela merece uma postagem, compartilhou em seu perfil de rede social: uma pequena "eca" preta dentro de um pacote. Eu até acho que deve ser um tomate mal processado, mas...ui. Tó, as fotos da Suzi, que me autorizou publicar aqui:






Ok, ok. Isso acontece uma vez a cada sei lá quantas mil abridas de pacote e pode passar a vida inteira sem que você seja sorteado(a). Em minha família, já teve gente brindada com uma eca, mole, gosmenta, amarelada e indefinida, e particularmente grande, num "saudável" suco Maguary não achei a foto. Aliás, já comentei que não compro suco industrializado também? Já, chega, muda o disco. Acho caríssimo, hehe.

Postagem chatinha, né? E há o caso do Toddynho, do Ades de maçã, o recente do leite...bah, o leite! Diminuí mas não parei. Fora os falatórios sobre salmão e outros peixes, adoçante, produtos lights, diets, agrotóxicos, insetos em redes de fast food, água engarrafada...a lista só aumenta e a teoria da conspiração também. Olho nos recalls.

Se pensar demais a gente não compra mais nada. A VELHA HISTÓRIA: equilíbrio na alimentação, procurar por menos artificiais. E pronto. Contei alguma novidade?

E tem um produto industrializado gordo que eu ainda não larguei em final de semana, ou a cada duas semanas, depende. Não conto!!! Hahahaha!