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29 de set. de 2014

"Ninguém pode ser sábio de..."

Credo, acabei de me dar conta que já matei 2L de água e 1L de água com berinjela sem perceber. E nem são 18hs ainda...e só para constar, duas pessoas do meu Face, que não se conhecem, escreveram hoje que estão descurtindo as páginas sobre comida. Deve ser um sinal. hahaha

Se tem uma coisa que aprendi, com todo o processo desde o início, foi conhecer melhor o meu corpo, como reage a determinada alimentação, hidratação, o que incha, o que dá bem estar, o que funciona, o que não funciona. Isso foi fantástico. Nem sei quanto estou pesando, e creio que a última vez que subi em uma balança foi há seis ou sete meses. UIA! Mas pelo que me conheço, posso chutar com segurança um peso, mas confirmar indo até aquela farmácia lá da esquina, não está nos meu planos. Frustração, né? Além disso, entrar apertada na última calça jeans que comprei há dois anos equivale a apertar o botão de pânico. Saco. Nem as medidas estou com vontade de tirar, não quero ver o tamanho do problema neste momento. Só sei de uma coisa: vai secar, isso vai. Já entrei no ritmo e senti algumas diferenças. E nada de passar fome, ÓBVIO. Falar nisso:


"Um dos grandes erros alimentares é o jejum prolongado, ficar mais de 3-4 horas sem se alimentar. Numa fala simples, o que ocorre é a redução de nutrientes em especial a glicose, que é a fonte de energia principal para o cérebro que manda informações e realiza atividades para todo corpo. No jejum, o indivíduo fica irritado, desatento e numa forma de defesa o cérebro poupa gordura (tecido de energia) e utiliza glicose estocada no fígado e músculos. Ou seja, flacidez e pneuzinhos na certa. Não saia de casa em jejum, não deixe seus filhos saírem de casa em jejum, não pule refeições, faça café da manhã, almoço e jantar e pelo menos dois lanches intermediários (sempre com escolhas saudáveis de preferência ) não esqueça disso no final de semana programe suas refeições e da sua família. Vai valer à pena, garanto!"Helouse Carneiro Odebrecht - nutricionista funcional




12 de jul. de 2013

50 coisas sobre mim. ATUALIZADO/modificado

 ATUALIZAÇÃO: mandei publicar em vez de salvar, por engano e só vi hoje, dia seguinte. Estava incompleta. Então completei e modifiquei. Hehe! Espero que gostem, sei lá.

Daí que a d. Cíntia me passou a encrenca de dizer 50 coisas sobre mim. Ok, se interessar, aí vai:

1. Cor favorita: todas.
2. Fico dias sem ouvir música.
3. Minhas unhas têm formato feiosinho.
4. Quando criança esperava o periódico semanal para ler crônica do Érico Veríssimo.
5. Não me identifico com a maioria das tirinhas da Mulher de 30, principalmente as deprês.
6. Não sofro com TPM. Uêbas!
7. Tenho revistas do Luke Luke, Tintin e Asterix em francês. Eles devem ter uns 33 anos.
8. Acho a saga Crepúsculo besta, mas já assisti três filmes. Não suporto quase nada de vampiro que seja posterior ao Drácula de Bram Stokers (1992).
9. Gosto muito de pizza. Muito. Muito. Muito.
10. Idem pipoca e não ligo para balas e chicletes.
11. Nunca fumei.
12. Gosto de ficar só.
13. Marido e eu não nos encaixamos em livros sobre relacionamentos; geralmente eu sou a ostra e ele, o pé-de-cabra.
14. Tenho ótimo senso de direção e não me perco com facilidade.
15. Sei localizar o Norte com um relógio de ponteiros.
16. Li As Crônicas de Nárnia os sete livros nos anos 80. E reli outras tantas vezes.
17. Já ganhei seis ou sete sorteios na internet.
18. Eu me acho gourmet mas sou apenas uma cozinheira esforçada, nada mal para quem aprendeu a cozinhar depois de casar.
19. Observo muito as pessoas na rua.
20. Tenho uma pequena escultura em casa que só eu gosto. Comprei direto do artista.
21. Dou risadas escandalosas assistindo The Big Bang Theory.
22. Eu uso coador de café de pano e acho engraçado!
23. Fui convidada para fazer parte da equipe deste site, mas recusei por saber que não sou nerd o suficiente.
24. Já tive um blog chamado "Casinha do Tobias" (2001/2004) na plataforma do iG já sumiu, e mantenho amizade virtual com cinco pessoas daquela época hello, Dani?. Até que era bastante frequentado.
25. Leio e estudo a Bíblia constantemente.
26. Em abril, após tentativas não muitas porque é caro, finalmente consegui fazer a lasanha à bolonhesa dos meus s-o-n-h-o-s! Marido, que só achava bom aquelas prontas, congeladas uuuuuuuuuuuuurgh! e uma de minha avó, finalmente disse: "Puxa, foi a melhor lasanha que já comi!" 'Tá, 'tá, não sou gourmet, como mencionei, mas me esforcei. D-E-T-E-S-T-OOOO perder para comida industrializada. O próximo agora, é o bolo de milho de caixinha, de uma marca, que está me deixando irritada.
27. Casei com um livre pensador que acha engraçado ser chamado assim. E de brinde, é a pessoa mais prática que já conheci.
28. Mini-dicionário não me serve muito, preciso daquele gigante.
29. Queria ser cult, mas não sei como faz, hahaha!
30. Não tenho paciência com reggae, apesar de achar muitas letras interessantes.
31. Além da profissão de formação, também trabalho como desenhista e artesanato mas parada neste último. link do Facebook
32. No momento que escrevo, meu cabelo está o contrário de oil free. Uuuuuuuuurgh!!!
33. Gosto de fenecos e jaguatiricas.
34. Quando criança, montei uma canastrinha, à moda Emília, inspirada nos livros do Sítio do Pica-Pau-Amarelo, de Monteiro Lobato.
35. Parei de usar avental na cozinha, há alguns anos, porque percebi que raramente me sujo ou me molho, hehehe!
36. Como alguém pode acreditar que o Facebook será pago e achar que o nome vai parar no SPC?
37. Eu protelo muito.
38. Sou insegura em algumas questões, mas não com a aparência.
39. Quando criança colecionava várias coisas. Fui um verdadeiro corvo, mas me libertei.
40. Gosto de todas as músicas do Roupa Nova.
41. Meu aparelho celular tem uns sete anos.
42. Na escrita, erros de português, concordância verbal, misturar a conjugação e pronomes do "tu" e "você", falta de vígula que não seja proposital deixam-me fi-bri-lan-do por dentro. Mas respeito. Mas se você quiser, manda o seu post para mim, via belmanjericao@gmail.com, que eu corrijo!!!!!!!!!! Gente procurando erros em meu blog em 3, 2, 1...mas quem nunca?
43. Gosto muito de observar plantas.
44. Chorei rioooooooooos quando vi "As Pontes de Madison" (1995) pela primeira vez, este ano.
45. Eu acho que essa lista está chata, isso porque eu resumi...
46. E apesar da lista, até que sou legal.
47. Eu fecho os olhos em cenas de muita violência ou sangue jorrando, na TV, não preciso ver isso. Risquei Tarantino da minha lista.
48. Nunca tive talão de cheque e uso pouco o cartão de crédito, hehehe!
49. Eu boicoto muitas coisas por ideal.
50. Dia 11/07 fez dois anos que comecei a mudar hábitos. Comecei o blog uns dias depois.


AÍ, tem que indicar cinco pessoas né?

Ivana, que é discreta e guerreira, hehehe!
Como melhor, logo emagreço, que já virou meio comadre.
Carolina, que nem sei se vai ter tempo, vou indicar de sacanagem!
Piig ♥, que eu acho muito fofo o jeito de escrever o apelido.
Rachel Emagrecendo, que gosta de escrever.

9 de jun. de 2013

O menino do carrinho

A padaria aqui da esquina, é um lugar bem familiar. Padaria de vila, todos se conhecem, informações são trocadas, cumprimentos são dados, o casal de donos e a funcionária são figuras interessantíssimas. E hoje, resolvi contar um causo acontecido nessa padaria da esquina:

Eu, esperando o padeiro trazer o meu pedido, senti alguém ao me lado. Dei uma olhada rápida, um menininho, de uns seis ou sete anos, os olhos fixos em mim. Tinha um rostinho redondo, um sorriso fino sem um dente e um touca enterrada escondendo as sobrancelhas. Na verdade, era uma touca com um menino dentro, como diria meu marido. Voltei a atenção ao balcão, mas o menino continuou me encarando. Ah, os olhos! Tão fixos e o sorriso ainda lá. Devolvi o olhar e cumprimentei sorrindo (ele tinha carinha de bolacha Trakinas, redonda e sapeca, não sorrir seria um desrespeito para com uma criança dessas). Ele, vitorioso em conseguir minha atenção disse: "Olha!" E mostrou um carrinho ou nave, ou carrinho-nave, com uma rodinha levemente torta. Puxou uma cordinha e uma luz vermelha começou a girar. Zuuuuimmmm, fez o brinquedo. Eu ri e fiz cara de espanto:
- Puxa! Seu carrinho tem luzinha vermelha! Como ele brilha!
- E ele anda!! Quer ver? - puxou novamente a cordinha e lá se foi a coisinha pelo piso apertado da padaria, perder-se entre as gôndolas. Eu ri. O padeiro trouxe meus pães e fui ao caixa pagar. O menino continuou puxando a conversa e eu dividindo a atenção entre contar as moedas e filosofar com ele sobre se o carrinho espantava ou não ratos. A mãe ou tia, ou avó, dele, observava tranquila. Ele me seguiu até a porta falando. Eu já estava na calçada e ele não queria me deixar. Jogou mais uma isca, numa tentativa de não me deixar ir embora:
- Eu tenho Power Rangers!
Aaaaah, para queeeeê! Me fisgou de novo! A mãe ou tia, ou avó, ou sei lá o que era, virou para a d. Mari, que estava no caixa, e disse sorrindo:
- É, ele gostou dela!
Perguntei qual a cor dos Power Rangers e qual o preferido dele.
- É o vermelho!!
- Bom, eu também gosto do Ranger vermelho. Ele é corajoso e é um bom líder.
Ele riu, eu me despedi por estar tarde, apesar de divertido, morrendo de vontade de conversar mais sobre os heróis dele. Mas tinha coisas de adultos a fazer. Bolas.

E o que tem isso a ver com a R.A.? Bão, só queria contar esse pequeno e divertido acontecimento de sábado. Assim como o menino sob a touca queria me mostrar o carrinho brilhante! Bom início de semana, e que crianças legais como essa passem pelo seu caminho.

21 de mai. de 2013

Trova no açougue

Marido foi ao açougue e eu à quitanda ao lado (aqui, chamam de fruteira mas prefiro quitanda, acho tão legal essa palavra...). Fiz o que tinha de fazer e entrei na "casa de carnes". Cheguei a tempo da conversa do meu marido com a dona do estabelecimento:
- Sua esposa corre?
- Sim. E eu corro dela. - respondeu ele, que não perde uma piada.
Cheguei rindo e já me embrenhando na trova:
- É, pratico corrida, sim.
E a conversa continuou no assunto.

Volta e meia alguém comenta: "Vi você correndo"/"Vi sua esposa correndo", etc. Eeeeeu, hem? É para achar engraçado ou esquisito numa cidade de cerca de 95 mil habitantes? E não passo correndo perto do açougue. Aliás, nem está aberto no horário que eu treino.


rsrsrsrsrsrsrs

26 de nov. de 2012

Da bicharada a Miranda

Desde sexta-feira na verdade quinta estou caprichando na alimentação, atividade física e na pose. Podia me filmar comendo que eu ia parar na coluna das boas maneiras. E ontem 'tava c'a macaca: caprichei na comida de coelho durante o dia. À noite, vesti-me como abelha-rainha e me maquiei como pavão enchi de rímel, Batman!. Caprichei na pose. 'Tava me sentindo a lady e com jeito afetado, faltando pouco para colocar a Miranda Priestly para fora estava me sentindo assim por dentro, bem entojada. Mas como até que sou legalzinha, meu marido e amigos deixam passar batido a pose imperial. E ninguém reclama. Faço a cara da simpatia.

Claro, se eu tirasse uma foto de como estava, alguém poderia olhar e dizer: "Não 'tá taaão assim". Sem problemas, a questão toda era na alma. Era como eu me sentia. Uma blusa listrada em diagonal que me deixava muito bolota há quilos atrás, ontem coroou minha aparência. Listrada de preto amarelo e branco, linhas finas, blusa fina, por isso a abelha-rainha. Quero nem saber, ontem eu realmente me achei. Hoje, já baixei a bola e procuro continuar no bom comportamento. Mas ainda quero fazer uso da pose afetada.

Ah, compartilhei duas receitas integrais nas postagens anteriores a esta. Espero que gostem:

30 de jul. de 2012

A pessoa está esportiva, hoje

Quem está acompanhando as Olimpíadas? Eu estou, na medida que consigo. E nem sabia que gostava tanto assim de esporte. Acho que devo isso ao meu marido, que gosta bastante mas graças a Deus não é fanático de largar tudo por causa de jogo, ufa!, e ao meu momento de reeducação.

Vibrei com as primeiras medalhas, fiquei emocionada com a Sarah Menezes, inclusive com sua história. Neste momento que escrevo, o Brasil conseguiu dar um ar de esperança no jogo de volei feminino contra os EUA, mas não sei se vai conseguir. São dois sete delas, contra um nosso. Vamos ver.

Voltando ao nosso foco, esse negócio de emagrecer me levou a pensar mais em esporte. Já gostava de atletismo, ampliei o leque e passei a admirar os de equipe ou com bola, que não me chamavam tanta atenção antes. E está sendo muito bom mudar a visão, pois dá vontade de colocar o tênis e sair malhando. E é o que tenho feito. Besteira minha não ter praticado atividade física com regularidade antes. Ainda não cheguei ao peso ideal para o meu tipo físico, mas estou me sentindo muito bem. Não lembrava mais como era a sensação de correr. Não lembrava como é bom ter fôlego. Coisa ótima ver alguns músculos definidos, mais firmes. Na última vez que estive com minha sobrinha de quatro anos, fui vê-la de surpresa num evento da escolinha. Brinquei com ela e três de suas amiguinhas. Coloquei a criançada para correr, quando o pátio esvaziou para ver quanto tempo eu conseguia manter o pique. Corri, pulei, dancei, paguei de lobo mau perseguindo comida não basta ser tia tem que pagar micão por quase 20 minutos. Uma das professoras chegou para minha irmã e disse que a escolinha precisava contratar uma pessoa com o meu pique para atividade com crianças. Hahaha! Amei! Se eu morasse na mesma cidade, participava mais dos eventos pela minha sobrinha.

De uns tempos para cá, tenho me mexido bastante, curtindo cada movimento do corpo. Como é bom o movimento! Peço a Deus que não, mas vai que acontece de algo falhar...um braço, uma perna, sei lá. Repetindo, peço a Deus que não, e, se acontecer, vou sentir muita saudade de quando mexia. É como quando estamos com dor de cabeça ou gripadas: a gente fica pensando em quando estava bem. E quando estamos bem não tomamos consciência disso e não curtimos a saúde. Nesse aspecto, procurei mudar há algum tempo, tanto é que curto muito cada respirada, cada sol no rosto, cada esticar de braços ou pernas. Vou aproveitar é agora. O tempo é hoje. O amanhã, a gente nunca sabe.

Enfim...hoje malhei, acompanhando algumas provas na TV, depois fui caminhar para finalizar, estou me sentindo ótima. E aí? Já se mexeu hoje? Já respirou fundo só pelo prazer de respirar? Estique os braços um pouquinho, não pense, sinta. Apenas sinta.

Ai, caramba, o Brasil perdeu para os EUA no volei feminino...! :P

11 de jul. de 2012

UM ANO

Hoje, faz um ano que comecei a emagrecer com seridade. Que deu o tilt, a vergonha na cara, o 'se liga', ou epifania pessoal, como diz uma amiga. No meu caso. Porque há casos e casos, e muitos não são por falta de vergonha na cara. O meu, sim.

Antes disso, ensaiei emagrecer algumas vezes. Nem sei se a história interessa, vou deixar registrada a versão resumida. Se não interessar, pode pular para o próximo assunto, hehehehe:

Antes de 2003 - Estava com corpo ótimo de 1991 a 2003, E NÃO TINHA CONSCIÊNCIA DISSO. Manda dar uns tapas na pessoa.
De 2003 até 2008 - Fui engordando, no começo sem perceber, depois sem me preocupar. Do número 40 para o quase 48. Teve uma questão de depressão, diagnosticada no final de 2006. Mas isso já se foi.
Semestre 1/2008 - Sem perceber, estava assumida, procurando dicas para gordinha na internet. De roupa e acessório em diante. Piada era comigo. Mas mesmo assim, cuidando da aparência, era elogiada pela maquiagem, roupa que usava, etc, e eu me conformei com esse ganho.
Semestre 2/2008 - Deu um mini-tilt e vi que lá no fundo não me sentia bem. Houve uma tentativa frustrada de emagrecer. O que perdi, voltou.
2009 - Uma tentativa no início do ano e outra no fim do ano, por conta própria. O peso foi e voltou nas duas vezes. E para mais.
2010 - Outra tentativa. Mas já estava fazendo trocas alimentares e trabalhando a cabeça para isso. O peso foi e voltou menos.
Jul/2011 - Depois de muito pensar na situação, passar por umas poucas e boas já comentadas por aqui, preparar a cabeça, finalmente deu a epifania e pedi ajuda à nutricionista, MINHA IRMÃ. Ela foi ótima e formulou um planejamento alimentar para mim. Dias depois de marcar o peso inicial, criei o blog, o resto está escrito. Para constar, dei uma desanimada em abri/maio - não com o emagrecimento, mas afetou - e fiz umas besteiras alimentares, mas nunca como antes de começar seriamente a emagrecer. Esta útlima semana é que dei uma revigorada com o novo plano alimentar que ela me passou. MAS foi imprescindível eu me mexer e tomar iniciativa, óbvio. E cá estou enchendo a paciência de vocês.



**********************Próximo Assunto *********************

Balanço de UM ANO

Peso:
11/jul/11    74,95 kg - Inicial
15/mai/12  61,5 kg - Melhor peso
11/jul/12    62 kg - Atual
Total          12,95 kg TCHAU!

Medidas eliminadas:
Cintura: 13cm
Abdomem: 11cm
Quadril: 12cm
Perna: 8cm
Panturrilha: 3cm
Bíceps: 5cm
Tórax: 9cm

IMC 24,84 - peso normal para sobrepeso é 25, estou no limite e tenho que ficar longe rapidinho



Se a colegha leu tudo até aqui, o meu muito
obrigada pela paciência e pela preferência.


8 de mar. de 2012

Marido e o Dia da Mulher

Ontem o dia foi punk. Conto depois. Hoje é Dia da Mulher, marido gosta de lembrar. Já me dedicou uma pequena e bonita rosa que abriu em nosso jardim hoje. E me convidou para comemorar a data amanhã, sexta-feira, à noitinha, com vinho e lasanha...fiquei arrepiada, disse que queria emagrecer um pouco mais até o nosso aniversário de casamento e que isso poderia atrapalhar. Ele até brilhou os olhinhos quando ouviu o motivo, mas ficou um tanto assim, naquele ar "aah, sério?"...aí, FAZER O QUÊ!? Vem todo fofo, com beijinho propor isso, madame cedeu e vai comemorar comendo menos e malhando MUITO no sábado pela manhã, né? Aliás, já comecei o preparo hoje: 20min subindo e descendo a ladeira aqui perto de casa, em marcha, após o almoço.Topei mesmo...quem quiser, pode xingar.

Falar em marido, ele gosta de escrever:


DIA DA MULHER
Parabéns a todas.

"Mulheres são poemas de palavras líricas
São versos que os melhores ainda não escreveram
São prosas que só o arrebol no mar sabe contar
São notas musicais completas, repletas de poesia."



As poesias dele já foram elogiadas por Madalena Sales.
Ele escreveu um livro de poesias só para mim, anos atrás. E eu nem merecia.



Cardápio removido. :)

30 de dez. de 2011

Pois então...

...foi escrever a postagem anterior, comportada, mas não certinha, que estabeleceu-se o caos. Ontem não segurei. Além de um almoço acima do permitido, um certo pacote de pão de mel me assombrou o dia inteiro culpa sua, Carol! Cada pãozinho parecia ter um bilhete ao melhor estilo Alice no País das Maravilhas: "Coma-me". Comi uuuuuns. Humpf! Mais dois pedaços daquele bolo, que AINDA não acabou. Deve ter 1/4 dele na geladeira...fofiiiiinho e, para finalizar, uma fatia de pão de forma com uma fatia de queijo, não permitidos, após o jantar. Tsc, tsc, bad girl.

Hoje saímos, aproveitei para me pesar e a balança chiou 63,6kg, normal para quem não está cuidando. O peso antes do Natal, era 62,5kg. Ou algo assim, não lembro, abstraí. Pensei que daria mais, e não é o fim do mundo, se pensar que ainda temos parte da cesta de guloseimas que ganhamos de um casal de amigos. Eu nunca vi essas coisas durarem em nossa casa, desse jeito. A ogra era eu.

E, assim que chegamos à casa, dei-me o luxo de vestir, pela primeira vez em anos, um short que nem passava pelo quadril, escondido no fundo do armário. E serviu. Está justinho na barriga, mas está ótimo no restante! Uia, alegria! Mais tarde, sei que dá para reverter essa balança.

atividade física, vai bem, obrigada! Carol minha enteada e eu todos os dias fazemos 1h10min de exercícios, mais caminhada. Falar nisso, hoje ainda não deu para caminhar. Vou tentar providenciar.

Hoje, fim de tarde, teremos pizza caseira, com a massa feita por nós mesmos, uma grande para os três. Nada de duas pizzas. Também estou preparando um frozen yogurt. Se ficar legal, escrevo a receita. Será leve, se os dois formigões aqui, pai e filha, não resolverem atacar com o leite condensado.

Amanhã, virada do ano, nada de comida típica dessa época. Nossa preferência é o empadão, receita da minha avó...não vou mexer para deixar mais leve, por causa dos protestos do marido. Hehehehehe! Vou dar esse desconto. O outro desconto é a sobremesa, que marido pediu há quase duas semanas...não resisto, quando ele pede doce.
.
A todos que vêm aqui, desejamos:

FELIZ ANO NOVO!
FELIZ 2012!
Bel, Luiz e Carol

21 de dez. de 2011

Coisas que me ajudaram VI

Só para constar: as perguntas feitas, respondo nos comentários. Já há algum tempo tenho feito isso, mas esqueci de avisar.


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Coisas que me ajudaram:
Animações

O processo de emagrecimento não veio de uma hora para outra. Matutei a idéia por tempo meeeses a fio, uns três anos, o que me levou a ficar aberta à ação, MAS não o suficiente para tomar iniciativa. O insigth final, a vergonha na cara, a inspiração, como quiserem chamar, veio em julho deste ano.

Mas lembro muito bem. Em 2008, estava gorduchamente deitada, assistindo à animação "Os Sem Floresta". Alguns bichos acordam sem casa - construíram um condomínio no bosque onde hibernavam - e um, muito esperto, com segundas intenções, convence a turma que isso era bom porque os humanos tinham muita comida. E o que se segue são cenas em que o animalzinho discorre alegremente sobre o assunto: os humanos comendo, comprando, estocando, atracando-se na comida - boa parte besteira. Aí, ele culmina com a brilhante frase: "Eles - os humanos - fazem TUDO pela comida". Essa frase estalou enorme na minha mente. Na hora, fiquei com vergonha de mim. Comia desavergonhadamente, ainda que não comesse muita besteira, mas era em excesso e passando por um momento depressivo. A frase continuou ribombando na minha cabeça dias a fio, "tudo pela comida"...quero agradecer aos que escreveram o roteiro, isso me fez querer mudar, mas ainda não era o começo do fim da comilança.

Também lembro, em 2010, marido e eu assistimos à animação "Wall-E". Na história, a humanidade é mandada para o espaço porque a Terra fica inabitável. A espaçonave tem muito conforto e comida, tanto que a humanidade toda engorda. Ninguém mais se movimenta, enfurnam-se numa poltrona high-tech flutuante - inicialmente destinadas aos idosos -, todos comem bobagem, comem muito, ninguém mais se relaciona a não ser por telas, sem sair das tais poltronas...e olha que eu nem falei do robô, personagem principal. Fiquei chocada e envergonhada, novamente, pensando na minha pança. Vergonha daquela humanidade, que nada mais era que um retrato da tendência do ser humano...a partir disso, comecei a me mexer mais, mas ainda não era o começo do fim da pança.


Qual é o emoticon para olhar para
os lados com cara de "afffffff!" ?



Só sei que, de vergonha em vergonha, acumulando pensamentos e reflexões e vendo coisas pequenas como me levantar do chão, tornarem-se cansativas, um dia a represa transbordou. E - estou repetitiva - em julho, não houve muro que a contivesse. E foi o começo do fim da pança. Mas ainda não é o fim.

11 de dez. de 2011

Parafuso solto com a propaganda da Lacta

Tenho parafuso solto Carol, se você ler isso, favor, não concorde. A propaganda "Lacta Entregue-se" é ótima. Por quê? Porque sempre acho que no fim, aparecerá um desodorante ou um absorvente, bem grandões, no céu depois que a moça vai embora no cavalo alado. A sensação que tenho é tão refrescante que em momento algum desejo comer o produto anunciado. Mas me causa uma vontade enorme de andar a cavalo e me faz pensar se preciso comprar desodorante ou não! E só.

Em bom internetês: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk




Mas se com você acontece da propaganda dar certo, NEM CLIQUE no vídeo!



Não clique, já disse!

23 de nov. de 2011

Coisas que estão me ajudando V

Antes de mais nada, obrigada às belas que analisaram a foto do post anterior, pela sinceridade. Eu achava que estava magrela demais, agora não acho tanto. Mas me prefiro mais cheinha, #totalcurvasfeelings, haha!

Uma observação: estou escrevendo sobre coisas que estão me ajudando a eliminar a gordura extra, que não me pertence (se quiser saber mais, clique no marcador "ajuda"). São coisas bem pessoais, que funcionam comigo, talvez não funcione com outros. Mas deixo como sugestão, quem sabe, espero do fundo do coração, seja de alguma valia.

Agora, ao assunto:


Não estabelecer meta quilo/tempo de emagrecimento.

Desde que comecei a me cuidar, em julho, enfiei na cabeça: nada de número por semana. Nada de me preocupar em quantidade eliminada até o Natal. Disse a mim mesma: "Única meta: penas, emagreça, não importa quanto, não importa em quanto tempo, desde que não volte atrás", pensamento apoiado pela minha nutricionista. Eu me conheço. Sei que ficaria frustrada se não alcançasse metas específicas e não queria ficar com preocupação, chateação a mais no dia a dia...já temos tanto para correr atrás, né? Para quê arranjar mais sarna para se coçar? Das outras duas vezes oficiais e duas não-oficiais que tentei emagrecer, ficava preocupada com isso, emagrecia até um certo ponto, nunca mais que 4kg e estacionava. Aí, ficava chateada que a coisa não andava e acabava relaxando. E voltava tudo...um saco!

Eu me peso toda semana, por causa dos desafios que participamos, mas minha contagem oficial é mensal. Assim, no primeiro mês desta tentativa, emagreci 4,250kg e imagino que metade disso era retenção hídrica por ciclo mensal me pesei no primeiro dia, que é que eu queria? e alimentação rica em sódio, farinha, etc. No segundo mês, 2,650kg. No terceiro, 1,250kg. Agora, neste quarto mês, 2,950kg. Claro, sempre bate aquela pulguinha na orelha "podia ter sido mais" mas resolvi mandar para o escambau a preocupação e me jogar nas roupas que estão servindo. Acho que na próxima, fecharei pouco, mas será emagrecimento.

Anteontem, conversando via chat com a nutricionista, recebi elogios, muitos elogios. Perguntei se a média que estou mantendo, é boa ou está pouco. Ela me disse que está ótimo desse jeito e maisdo que isso, o corpo pode sentir e querer fazer a retaliação. Hoje, assistindo a um programa sobre saúde, os médicos convidados disseram a mesma coisa. Fui ao site e pincei esta frase:

"A média de perda saudável em um período de 30 dias com atividade física é de até 2,5 quilos." - Mauro Guiselini, professor de educação física

Bão, estou no lucro! Apesar de não imaginar que conseguiria isso até o Natal, só posso dizer, SEMPRE sabendo que não sou infalível: Papai Noel que me aguarde, hohoho!

16 de nov. de 2011

Ciuminho

Gente, que sumiço é esse nos blogs!? Fim de ano agitado, espero, feriadão (aqui no Brasil), essas coisas. Desejo que todas estejam indo bem, de verdade! Nada de desânimo, bonitas!


*********************


Dias atrás, olhando minhas roupas, falei ao marido:
- Se tudo der certo, se eu atingir o peso que quero até o verão - porque a gente não tem certeza, né? - quem sabe eu volte a usar aquele biquini, quando viajarmos...só usei três vezes e não serviu mais.
O marido, assim, com ar distraído:
- Ah, não acho melhor você usar seu maiô.
- Por QUÊ? - o dragão estava para aparecer mas acalmou - Você acha que talvez eu não esteja bem para isso?
- Não...é que vão ficar olhando paquerando, flertando, zoiando para você...



Aaaaaaaaaaaaaaaaaai, que bonitinhoooooooo! CiuminhÔ, ciuminhÔ!

Eu achando que tinha alguma coisa a ver com a minha barriga não estar legal e ele pensando outra coisa. CLARO, pessoas, eu me comprometo: se a minha barriga não estiver bem, não vou usar biquini...eu detestaria tirar fotos das férias e ficar fixada na minha aparência. Melhor ir com o maiô verdinho, lindo, assim não me estresso depois, jogando as fotos na lixeira.



**********************


MAS eu sou uma jabuti mesmo! Estava esquecendo de postar o selo do Desafio Boa Menina. Eu estou bem meia boca nele...o que me salva é a alimentação que está legalzinha e a água! A auto-estima está muito bem, mesmo falhando nos requisitos do desafio!

14 de nov. de 2011

Coisas que estão me ajudando III

Sentir o sabor dos alimentos. Comer devagar.

Coisa óbvia, né? Você cansou de saber, veio aqui para ver se tinha alguma novidade e eu com notícia velha!!! Sacanagem!

Mas está fazendo bastante diferença para mim.

Primeiro, sentir o sabor dos alimentos, aliás, QUERER sentir, foi fundamental, variando com temperos aqui, menos sal lá, deixar o "eu não gosto disso" de lado e experimentar de uma vez. Não sou enjoada, já gostava de fruta, verdura, hortaliça desde pequena (até o peixe, estou tentando), só que agora gosto mais. A salada vinha sempre com o trio vinagre-azeite-sal mas já há dois anos que resolvi "desapegar" o paladar o que quer dizer que meu processo para criar vergonha na cara não foi de uma hora para outra. Diminuí primeiro o sal, depois o vinagre. Vinagre é bom, mas acabei enjoando. Coisa mais engraçada a minha salada sem tempero, na maioria das vezes, e surpresa minha descobrir que couve crua e desamcompanhada, no fim das contas é levemente adocicada. Este ano, investi em coisas que não comia, por falta de iniciativa: couve, berinjela, abóbora, por exemplo. Trouxe de volta o brócolis e o espinafre que haviam ficado de fora por um tempo. Inventei algumas formas de consumo, aumentei o uso de alho, cebola e os meus potinhos de tempero, mão-na-roda, pau-para-toda-obra, mil-e-uma-utilidades, prontos para o que der e vier.

Houve momentos em que a carne temperada com alho, alecrim, alguma pimenta (do reino, preta, páprica) e nada de sal me pareceu muito bom. Mas acabo usando o sal verde, marido gosta de um saborzinho salgado.

Usei açúcar em café com leite, mas depois voltei ao adoçante. Passado algum tempo, fiquei pensando em quanto eu conseguiria diminuir o mesmo e sentir o sabor amargo do café. Então, de dez gotas, passei para sete. Meses depois, de sete, fui para quatro. Aí, um belo dia de junho deste ano, o adoçante acabou e não encontrava no supermercado, o único adoçante que eu aceitava comprar, o mais indicado pela nutri, fiquei algumas semanas procurando e desisti. De quatro gotas, para nada, acostumei rapidinho. Aí, resolvi fazer bagunça: coloquei canela, gostei. Comprei um pacotinho de cravos da índia para testar, gostei. Aí, lembrei que havia comprado endro meses atrás, mesmo sem saber para que servia, e resolvi acrescentar ao café com leite. Gostei. E assim, a partir de julho deste ano, decidi não comprar mais adoçante.

Uma fatia de bolo de festa para mim, aqueles com recheio e glacê, está ficando demais, se comer bem devagar. Ontem, numa comemoração em nossa igreja, me servi de uma fatia bem fina, comi bem devagar, com chá de frutas sem adoçar, conversando, pousando o garfo no pratinho, e deu, fiquei bem satisfeita. Se eu fosse repetir, ia ficar enjoada com a doçura MAS, isso não acontece se eu fizer um bolo de chocolate, então, nem tento para não ficar com a bomba me chamando dentro de casa, hehe.

Fruta, salada de fruta, sem creme de leite, açúcar, nata, leite condensado...não gosto de nada disso como acompanhamento (mas gosto para outras coisas). No máximo, cereal, canela ou iogurte natural, que estou fazendo em casa mesmo.

Outro dia, me servi de quatro batatinhas sautée, um pedaço pequeno de carne e salada variada. Enrolei tanto mastigando e pensando no sabor que fiquei "cheia".

Óbvio, não é sempre que acontece de ficar satisfeita ou não ter vontade de repetir dou um jeito de segurar, mas a verdade é que antes, isso ficava muito longe de acontecer. Tinha fome o tempo inteiro e agora, não tenho mais. ESPERO continuar assim, pois a gente não deve cantar vitória antes do tempo certo.

Claro, o que acabei de descrever, é algo bem pessoal, funciona comigo e não é uma regra a ser seguida. Fui tirar proveito do que gosto e descobrir coisas, pois sofrer para emagrecer nunca foi meu pensamento ou força para inciar uma reeducação alimentar que aliás, tem sido bem divertida. Alguém pode fazer qualquer uma dessas coisas que descrevi acima e dizer: "Credooooo, Bel, experimentei e não gostei de nada disso!" Alguém pode chegar para mim e dizer que o que eu como é muito sem gosto porque está desacostumado a temperos naturais ou não é doce/salgado o suficiente. Pois bem, não é mesmo. Mas é que eu desacostumei o paladar antigo para poder começar um novo processo de sentir o sabor das coisas...e está me fazendo tão bem! Esse é o meu caminho. Qual o seu?

9 de nov. de 2011

Lenga-lenga, FDS e cardápios

Ainda estou com aquele velho problema de acessar os blogs das coleghas lenga-lenga-lenga-lenga e a página não carregar. Já tentei navegador diferente e nada. Não sei o que acontece. Fico lendo os títulos das postagens e morrendo de vontade de ler e comentar...tem vezes que só na "onésima" tentativa. Esta semana consegui alguns...frustrante! Além disso, estou na segunda semana que trabalhei fora do computador. Aí, já viu, parece que a Bel do Lu ficou às moscas, buh (sai bicho nojento)! Oi? ATUALIZAÇÃO: ufa, hoje, estou conseguindo passar nos blogs, alguns na quinta tentativa mas vou.

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Notícia velha, fim de semana foi regular. E desde sexta-feira está acontecendo algo muito interessante: estou perdendo aquela vontade de comer a mais. Estou ficando satisfeita, e sábado tive que comer forçado porque ia enfrentar 4hs de caminhada à tarde, numa programação. Imagina, não sou boba, melhor assim que minguar de fome depois...Além de várias coisas que procurei mudar na cabeça, estou há dias comendo bem devagar, pedacinhos pequenos, mastigando bem, comme une française! Pousando o garfo, conversando com o marido, tranquila. Estou me sentindo muito bem, tomara que isso seja uma mudança e não uma coisa temporária.

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Final de semana, fui a um aniversário. Comi salgadinhos, bem devagar, umas três mordidas cada, poderia ter sido menos mas foi tranquilo. Comi alguns docinhos minúsculos, haha e enjoei com uma fatia de bolo...estava bom mas não estou aguentando uma fatia média. Ainda bem. Tomei nada, perdi a graça com refrigerante. MAS fiquei de cabelo em pé: ali, um bebê, muito lindo, de uma amiga, um fofo. Ele comeu MAIS salgadinho que eu, tomou DUAS mamadeiras de refrigerante de cola, comeu docinhos. Ao perguntar que palavras ele falava, responderam: papai, mamãe, vovó, vovô, alguns nomes de parentes, mamá...e eu ouvi BOLO, na hora em que foram servir. Eu fico triste mas espero que seja nada e que ele cresça feliz e saudável.


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Gente, tem várias receitas que eu estava devendo nos posts abaixo, dêem uma olhada!



Cardápio removido. :)

2 de nov. de 2011

O caso do dedo cortado

ATENÇÃO! Causo com sangue e descrição de machucado. Se você é sensível, nem continue.
Aconteceu há quatro semanas atrás.

Eu estava preparando o almoço, picando alho quando, tchac, tchac, tchac, tchóc, acertei meu dedo...
- Ai! - gemi em tom de voz médio, tirando a faca do dedo e vendo o filete de sangue aparecer da unha (faltou pouco para tirar a lasca da unha e do dedo...).
O marido lá de fora, preocupado:
- Que aconteceu?
- Cortei o dedo. - disse calma, indo ao banheiro, o dedo pingando.
- Foi grave? - a voz lá de fora um pouco mais preocupada.
- Hum...médio. - respondi num resmungo enquanto via o pedaço de papel higiênico, que peguei para acudir, ensopando.
A voz foi ficando cada vez mais perto, marido conhece que tenho um parco senso de perigo:
- Se você disse médio, é porque foi grave...MEU DEUS! O que você foi fazer?
- Calma, é só um corte! Já estou pegando o medicamento para assepsia e o band-aid. - disse começando a ficar nervosa com o jeito atônito do marido.
- Você quase perde um pedaço da unha e do dedo!!!!!! Também, vai ficar imitando chef de cozinha cortando, você não é chef! Tem que se cuidar mais, eu fico muito preocupado quando algo acontece a você...
Ele esbravejando, porque realmente sente tudo o que acontece comigo, se preocupa mesmo...só que, enquanto ele falava, fui tomando consciência do problema e aí, de repente, a visão começou a escurecer, o ouvido zunir...comecei um desmaio, por causa da dor, do sangue e da preocupação. Sei lá porque isso, mas disse ao marido, enquanto encostava na parede e escorregava em câmera lenta ao chão:
- Lu... acho que...estou desmaiando... - a voz sumindo, minguadinha.
- Ôpa, calma! Não desmaia, não, eu seguro! - ele se abaixou rapidamente e me levantou no colo...PÁRA TUDO MINHA GENTE! O homem me ergueu no colo, a jabuti toda mole, perdendo os sentidos, nessa hora, deu um estalo e consegui pensar: "Mas ele me ergueu tão fácil!!!!!!!" Ah, o dedo estava cortado, sangrando, dor, mas eu tive um décimo de segundo de alegria, minha voz interior gritando: "Ele me pegou no colo, ele me pegou no colo! Emagreci! Emagreci!" Aí, desmaiei mais ainda, só para sentir aquela coisa de mocinha sendo salva pelo mocinho. Ele me sentou com delicadeza ao sofá, todo preocupado, os sentidos começaram a voltar:
- Você está melhor?
Respondi, fraquinha:
- Estou sim...já, já me levanto para fazer o curativo.
Estaria tudo bem, a cena perfeita de filme, se eu, por idiotice não tivesse soltado esta pérola e feito tudo parecer uma sitcom:
- Puxa, justo hoje que estava pensando em fazer as unhas...
- O QUÊ? ... - e levei outra bronca.

O final da história? Bem, fiquei com o corte aberto por duas semanas, usando um esparadrapo incômodo. Depois disso, o pedaço de unha caiu e agora, tudo está quase normal, a unha está com um formato ridículo mas em pouco tempo estará igual às outras, tenho mais cuidado com a faca. Mas eu emagreci, haha!

25 de out. de 2011

Coisas que me ajudaram II - Desenho

 A mulher no espelho

Há alguns meses atrás, ao mesmo tempo que me olhava no espelho, arrumada e maquiada, e pensava "Beijo me liga" por outro lado ficava com raivinha "daquela paçoca que estava na minha frente". Eu brigava comigo, e quanto mais brigava, mais enfiava a cara na farinha. Repudiar a mim mesma, ficar brava, detestar o que via e me enganar pensando que estava tudo bem era só "sair da panela e assumir", só fez ficar me debatendo com a própria imagem, como o sabiá-laranjeira que aparece por aqui. O bichinho é fofo e quando abre o bico, uma delícia de ouvir. Mas é um tonto: toda vez que vê sua imagem refletida no vidro do carro do vizinho, começa a brigar e a se debater, pensando que é outro. Só perde tempo e se machuca. Então, depois de conseguir me enxergar vendo fotos porque olhar para o espelho, né, bem, não adiantava, voltei ao espelho, me olhei de alto a baixo, limpei a mente e analisei a situação. Aceitei como me encontrava e resolvi que não dava mais para deixar literalmente aumentar o problema que eu havia provocado, independente das desculpas que arranjei. Comecei a me curtir com racionalidade, gostando mesmo de cada pedacinho de mim.

Se me perguntassem o que eu não gosto no meu corpo, eu diria: "Gosto de tudo". E gosto mesmo. Não quero mudar nem o dedo minguinho do pé, que todo mundo chama de feio. SÓ QUE eu estava gostando de mim cada vez maior, para fugir da reponsabilidade de que a vontade de comer saíra do controle e que a saúde esvaía-se pelo ralo. Neste caso, tive que parar de pensar EU SOU ASSIM e mudar para EU ESTOU ASSIM. Mudei o jeito de me gostar: eu gosto do meu corpo, mas não gosto do peso a mais que provoquei a mim mesma. Foi aí, que olhei bem fundo nos meus olhos refletidos no espelho e perguntei com um suspiro sem palavras:

"Você é uma mulher ou um depósito de comida?"

Isso me deu força.


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Ontem, final de tarde, estava muito abestalhada e doida para inventar. Acabei inventando na cozinha, com meu marido olhando de soslaio a gororoba que estava saindo...mas ficou bom, escrevo outra hora. Continuei aflita...e fui pegar meus lápis e papel, coisa que há algum tempo não faço porque o meu trabalho está consumindo o meu tempo e enquadrando minha criatividade. A verdade é que eu precisava vomitar a imagem da minha cabeça, estou com ela há semanas, imaginando um quadro para pintar. E saiu isso:


19 de out. de 2011

Coisas que me ajudaram I

Eu tive muitas oportunidades de cair na real (ui!), fatos que me empurraram para começar seriamente uma reeducação alimentar há pouco mais de três meses atrás. Uma delas, foi ter uma amiga que não se toca, em alguns momentos. Conto o causo:

Em maio ou junho desse ano, friozinho, resolvi usar uma saia, coisa que não fazia há meeeeeeeeeeeeses, porque sempre me sentia quadrada ao vestir uma. Fui lá, me empetequei, batonzinho, bolsa de mão fofa, coloquei meia calça grossa, casaquinho, um chapeuzinho de lã porque o frio aqui do RS pede (e olha que eu nem estou na serra) e saí. Encotrei a amiga. E ela abriu a bocona:

- Que fofaaa! Parece uma daquelas vovózinhas gordinhas!

Pausa. Eu ainda não tinha feito 35 anos. Pense na sua reação.



...



Eu ri. E caí na real. Agradeci do fundo do coração ter essa amiga, que é amorosa, franca e não fala as coisas com maldade porque tem pessoas que fazem isso de maldade, vocês sabem, óbvio. Às vezes, ela é inocente demais. Cheguei em casa e me olhei no espelho: uma jovem avózinha o conjunto da obra, não peças separadas, baixinha e quadradinha em suas proporções, na roupa que escolheu. Isso me ajudou a tomar vergonha na cara.

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De quinta-feira até segunda agora, estava um tanto desanimada. O peso para as pesagens dos desafios, permaneceu igual por duas sextas-feiras consecutivas. Ao menos não aumentou. Na segunda, a minha calça apertou um pouco e me senti inchada, sem ânimo e gorducha. Mas ontem, ao ler vários blogs e retomar as visitas, ganhei uma força, que me colocou nos eixos; muitas de vocês contribuíram para isso, fazendo-me pensar ao ler o que vocês tinham para contar em seus blogs ou os comentários que deixam aqui. Participar dos desafios e mini-desafio também. E ontem mesmo decidi logo cedo pegar firme e combinei comigo mesma de fazer 7 dias perfeitos.

Cardápio removido. :)

13 de out. de 2011

Antes/Depois

Tá, fosse melhor esperar uns 10kg para fazer um antes/depois decente, mas vou mostrar logo porque estou com vontade depois de mandar embora 8kg.
Tá, as roupas não ajudam. Quem quiser chamar o Esquadrão da Moda, vou agradecer de todo o coração e não vou ficar emburrada, nem magoada. Eu lá ia me magoar com R$ 5.000,00 na mão só para gastar com roupa, sapato e acessórios? Quero ser brega só para passar por isso.
Tá, não dá para ver 1: a calça em julho estava justinha, em outubro (ontem) tem que usar cinto senão fica descendo.
Tá, não dá para ver 2:  o cinto em julho estava encaixado debaixo da barriga, em outubro (ontem) estava normal e com dois furos a menos.
Tá. Quem esculhambar com meu óculos, vou mandar a conta do analista.



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E o Desafio da ·.¸¸.·**Vivi**·.¸¸.·

Evolução 4/7 (início 09/10/11)
  • Calorias :-|
  • Água :-| 2,1 L
  • Chá :-)
  • Hidratante :-(
  • Maquiagem :-(

5 de out. de 2011

Oi e Sete Coisas Sobre Mim

Sumi não! Alguns trabalhos tomaram meu tempo, com prazos de entrega. Preguiça de escrever os cardápios, então resumo: estive bem com a alimentação e a atividade física, desde domingo. A fita métrica diminuiu um pouco, mas vou confirmar na sexta. Aliás, achei o máximo tantos comentários a respeito de peixe e camarão no texto anterior!

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"Ganhei" a vez de escrever sete coisas sobre mim, no blog Diário da Magaly. É o tipo de texto que você escreve-apaga-escreve-refaz e fica vendo se é interessante. Regra: as primeiras sete pessoas que comentarem, que ainda não escreveram esse texto, copiam o selo abaixo e escrevem sete coisas sobre si.

Então, post grande, vamos lá encher a paciência de vocês! Segura:


1. Sou cristã, protestante. Amo a DEUS e procuro fazer Sua Vontade. Marido e eu seguimos nesse objetivo. Nossa fé, dada por Ele e baseada na Bíblia, é resumida pelo credo niceno (também chamado credo apostólico) e também por esses cinco pontos, desenvolvidos à época da Reforma: "Só as Escrituras, Somente a Graça, Somente a Fé, Somente CRISTO, Glória Somente a DEUS".

2. Meu casamento foi atípico, simples e muito bom. Planejado em um mês, namorado cansado da minha indecisão, deu ultimato. Três dias depois de nosso casamento, mudamos de estado, literalmente mala-e-cuia, a mudança toda em dois carros (agora temos um, muito guerreiro) para uma cidade onde conhecíamos ninguém. Desfiz uma sociedade em escritório na cidade onde morava, fechei a conta, passei a régua e foi uma aventura permeada por chamado, missão, milagres e presentes de DEUS. Descobri que sou mais corajosa que pensava. Cá estamos, desde então, construindo nosso lar.

3. Gosto muito de animais e plantas. Se pudesse, teria vários animais e me seguro para não ficar trazendo à casa, plantinhas encontradas, aqui e ali (tenho vontade de morar em um sítio. Com animais, plantas, horta...desde que com energia elétrica, água encanada, telefone e internet. Qué o quê? Lev'ocêis tudo junto!). Então, no momento são dois cães aqui, devidamente apresentados dias atrás e fazemos o que dá para logo ter um jardim decente. Quero um gato também, tentar adotar de um gatil comunitário aqui da cidade, não sei se vai dar. Acredito em cuidar dos animais e respeitá-los mas sou contra tratá-los como seres humanos ou dar tratamento preferencial em detrimento de uma pessoa. Acho muito estranho chamar bicho de filho(a), bebê, por exemplo. Eu sei que é brincadeira das pessoas, mas eu não consigo brincar. Acredito sim, em amar as pessoas como a si próprio e ensinar a respeitar a natureza.

4. Tenho habilidade artística para desenho, pintura, trabalhos manuais. Acho que aprendo qualquer coisa que me ensinar nessa área. Também sou autodidata (palavra chique). Pinto quadros, mural, objetos em MDF e no momento estou desenvolvendo uma série de ilustrações para uma editora. Também sei costurar coisas básicas e já fiz alguns acessórios com camiseta velha e retalhos. Sinto falta de uma máquina de costura.

5. Aprendi a cozinhar aos 30 anos. Quando casei, houve quem ficasse com pena de mim. Minha avó, santa mulher, foi a única que acreditou que saía feijão dessa panela. Marido ensinou a fazer arroz. Mas hoje, ele só pega em panela se eu precisar muito de ajuda por causa do trabalho. Mas há meses que não peço, questão de honra. Só que invento muito, ao ponto do marido perguntar algumas vezes: "Hoje é invenção ou é comida normal?" E, como já sabem, gosto de ficar testando temperos.

6. Quero muito ser doadora de órgãos mas não posso porque tive uma porcariazinha de hepatite A. Que droga!! Volta e meia quero doar sangue...e fico só na vontade...

7. Sou nerd com tendência à peruíce (a primeira coisa, explica porque fiz escova cinco vezes na vida e nunca cheguei perto de uma chapinha e a segunda, apereceu depois dos 20 e tantos anos, explica o gosto por coisas de oncinha, tigre). Aí, uma coisa equilibra a outra. Longe de ser fashionista, sou palpiteira mesmo e gosto de moda, maquiagem...mas fico meses sem esmaltes porque estragava o esmalte com tintas e solventes, colas, enfim, os trabalhos manuais, aí acostumei só a cuidar das unhas sem pintar.

Chega, haha!